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sábado, 10 de outubro de 2009

Indústria quer pé no freio na COP15

A Federação das Indústrias do Estado de SP (Fiesp) pede cautela na tomada de posição do Brasil na Conferência das Partes do Clima (COP15) em Copenhague, em dezembro. Segundo o presidente da Fiesp, Paulo Scaff, compromissos assumidos pelo País na COP 15 não podem inviabilizar o crescimento.

Traduzindo em miudos, devagar com andor. Scaff acredita que uma boa estratégia seria aguardar o anúncio das metas dos países desenvolvidos para se pronunciar.

Enquanto isso, os movimentos ambientalistas lutam por uma postura firme do Brasil na COP15. A Campanha TicTacTicTac continua com ações de conscientização, outros organinismos dos mais diversos incentivam a discussão com palestras, como o evento nesta terça-feira em São Paulo, promovido pela Carta Capital e Envolverde, Diálogos Capitais.

Cautela é sempre bom, porém o momento é de enfrentamento pela sobrevivência, uma vez que a crise climática é uma realidade e atinge milhões de habitantes por todos os continentes.

sábado, 12 de setembro de 2009

Antecipando a COP-15

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) organizou na últim aquinta-feira (10) um encontro para debater a posição da iniciativa privada para a 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 15) a ser realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro, em Copenhague.

O encontro contou com a presença do ministro do Meio Ambiente da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, que defendeu o uso do etanol brasileiro na Europa como forma de mitigação dos gases de efeito estufa (GEE) que agravam o aquecimento global.

Já o vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometo, defendeu que o Brasil não deve se comprometer com metas ambiciosas, indo contrário ao movimento ambientalista que exige justamente um compromotimento real com a redução de CO2 e demais GEEs, conforme o movimento Tic Tac Tic Tac, da Campanha Global de Ações pelo Clima (GCCA) e Greenpeace.