Na contramão do processo de sustentabilidade, a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens de Plásticos Flexíveis lança campanha a favor do uso das famigeradas sacolinhas plásticas. Tudo bem que é válido dizer que o uso do plástico deve ser responsável e tal, mas tirar dar ao consumidor a impressão de que está agindo com postura ambiental correta optando por esse tipo de embalagem já é uma afronta a nós educadores ambientais e ambientalista na luta.
Sou mais o empresariado que diz que Saco é um saco. São 15 empresas, entre elas a CPFL, fazendo coro. No Brasil, atualmente são consumidas 12 bilhões de unidades por ano. Haja saco!
Eu desde sempre respondo e vou continuar: Sacola, não obrigada! Pensar que vou descartar algo que vai levar mais de 100 anos para decompor me deixa com uma dívida imensa com o Planeta. Aqueles que acompanham minha campanha a favor da sacola retornável, com a criação das sacolas Carbono Zero, há dois anos, e os que assistiram a alguma das palestras sobre Cidadania Planetária, compreendem minha inquietude.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Trocando as sacolas
A última enquete do Carbono Zero revelou que os leitores do blog estão dispostos a mudar o hábito e trocar as sacolas de plásticos por sacolas retornáveis de pano. Do total, 71% afirmam que já tentaram diminuir o uso de sacolas plásticas.
No grupo daqueles que praticam a troca apenas às vezes encontram-se 23%. E 4% confessam que ainda não tomaram a atitude sustentável do uso racional do plástico.
No grupo daqueles que praticam a troca apenas às vezes encontram-se 23%. E 4% confessam que ainda não tomaram a atitude sustentável do uso racional do plástico.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Menos plástico
A distribuição gratuita de sacos plásticos nas lojas da China está restringida a partir de 1º de junho. A medida foi anunciada esta semana e tem como objetivo reduzir a poluição e o desperdício.
É uma forma de compensar pela poluição a partir da matriz energética poluente daquele país, que se utiliza de carvão para gerar energia.
Além do mais, a frota de carros tem aumentado a níveis assustadores, não somente emitindo gases de efeito estifa (GEE), mas causando problemas de trânsito nos grandes centros, como na capital Pequim.
É uma forma de compensar pela poluição a partir da matriz energética poluente daquele país, que se utiliza de carvão para gerar energia.
Além do mais, a frota de carros tem aumentado a níveis assustadores, não somente emitindo gases de efeito estifa (GEE), mas causando problemas de trânsito nos grandes centros, como na capital Pequim.
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Sacolas mais resistentes
Cedendo à pressão da sociedade, entra em circulação dentro de 120 dias sacolas plásticas mais resistentes, que agüentam até 6kg, conforme publicou o caderno de Ciência e Meio Ambiente de A Tribuna. A idéia é reduzir em até 30% o consumo das sacolas plásticas, uma vez que não haverá a necessidade de usar duas ou três unidades para carregar produtos mais pesados, como leite e sucos, itens de limpeza, entre outros.
sábado, 8 de dezembro de 2007
Dia sem sacola
Passe um dia sem sacola plástica. É o mutirão proposto hoje pelo governo do Estado de São Paulo. Durante todo o dia, em vários pontos da Capital e algumas cidades do interior, haverá oficinas para ensinar a confeccionar sua própria sacola.
Para quem vai às compras hoje, um site especial dá dicas e informações de como recusar as sacolas de plástico e diminuir o impacto ambiental do descarte do material.
Desde às 10 horas, há atividades no entorno dos shoppings Eldorado, Center Norte, Iguatemi e em frente ao Teatro Municipal, com a participação de grupos teatrais e distribuição de folhetos para conscientizar para alternativas às sacolas plásticas.
A estimativa é que sejam consumidas 66 milhões de sacolinhas plásticas por mês apenas em São Paulo.
Para quem vai às compras hoje, um site especial dá dicas e informações de como recusar as sacolas de plástico e diminuir o impacto ambiental do descarte do material.
Desde às 10 horas, há atividades no entorno dos shoppings Eldorado, Center Norte, Iguatemi e em frente ao Teatro Municipal, com a participação de grupos teatrais e distribuição de folhetos para conscientizar para alternativas às sacolas plásticas.
A estimativa é que sejam consumidas 66 milhões de sacolinhas plásticas por mês apenas em São Paulo.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Palestra
No último sábado realizei uma palestra no Núcleo Bandeirantes Santos e fiquei super feliz com o resultado. Conversamos sobre Cidadania Planetária, Aquecimento Global e uso racional das sacolas plásticas e a adoção de sacolas retornáveis. O retorno foi ótimo, pois sinto que as pessoas estão, de uma forma geral, preocupadas com o tema e desejam fazer algo.
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domingo, 28 de outubro de 2007
Sacolas retornáveis Carbono Zero
Preocupada com o consumo desenfreado de sacolas plásticas descartadas indiscriminadamente no meio ambiente, resolvi colocar em prática um hábito bastante comum na Europa: uso de sacolas retornáveis de pano.
Muito tem se discutido sobre o assunto, mas pouco tem feito o cidadão comum, que precisa urgentemente rever seus conceitos. A sustentabilidade passa necessariamente pelo consumo consciente. Antes de comprar, é preciso pensar sobre o descarte.
Coloquei as fotos das sacolas retornáveis Carbono Zero no Flickr. É a minha contribuição para o meio ambiente, além de outras mais incorporadas a minha rotina.
Práticas e duráveis, as sacolas retornáveis (shopping bags) vão e voltam do supermercado, padaria, faculdade, praia, e onde mais quiser, substituindo as sacolinhas de plástico.
Acesse http://www.cozero.com.br para comprar e ver todos os modelos.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Sacola de pano
O pequeno município de Lajeado, na área metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, resolveu adotar sacolas de pano no comércio em substituição às sacolinhas de plástico. Assim, evita-se o descarte indiscriminado de plástico nos aterros.
As sacolas são vendidas a R$2,00 ou podem ser trocadas por 1kg de alimento não-perecível na secretaria de meio ambiente da cidade. A matéria saiu na Envolverde e o projeto foi lançado dia 5 de junho, conforme informações no site da prefeitura de Lajeado.
Essa medida é mais uma iniciativa ecológica da cidade. Assisti no Cidades e Soluções que os moradores que plantam árvores ou mantém as espécies em suas propriedades recebem desconto no IPTU de até 20%.
As sacolas são vendidas a R$2,00 ou podem ser trocadas por 1kg de alimento não-perecível na secretaria de meio ambiente da cidade. A matéria saiu na Envolverde e o projeto foi lançado dia 5 de junho, conforme informações no site da prefeitura de Lajeado.
Essa medida é mais uma iniciativa ecológica da cidade. Assisti no Cidades e Soluções que os moradores que plantam árvores ou mantém as espécies em suas propriedades recebem desconto no IPTU de até 20%.
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terça-feira, 31 de julho de 2007
Sacolas ecológicas vetadas em Sampa
A adoção obrigatória de sacolas plásticas ecológicas em São Paulo foi vetada pelo governador José Serra (PSDB). O projeto de lei 534/07, que determinava que os estabelecimentos comerciais utilizassem plástico oxibiodegradável (OPB), foi descartado. O veto foi publicado no Diário Oficial do Estado na última sexta-feira (27).
A obrigatoriedade está suspensa, mas o compromisso dos estabelecimentos com o meio ambiente não. O cidadão também faz sua parte levando de casa sua(s) sacola(s). Na Europa, paga-se pelas sacolas em supermercados e nos Estados Unidos escolhe-se a opção papel ou plástico e as grandes redes, como Publix, possuem usina de reciclagem, como o Pão de Açúcar, no Brasil.
Enquanto isso, no Paraná, a lei está em vigor desde 16 março deste ano. O processo foi impulsionado pela Fundação Verde (Funverde) no município de Maringá, naquele estado, como mostra o vídeo exibido no telejornal local da Globo (no site Folha Verde)
Conforme informações técnicas do Senai do Rio Grande do Sul, para a produção das sacolas oxibiodegradáveis é utilizado o aditivo d2w®, que atua fragilizando as ligações entre átomos e moléculas. Com isso, o produto torna-se sensível à luz solar, umidade, temperatura, e digerível por microorganismos presentes no meio ambiente. Inicia-se, então, o processo de degradação natural, em tempo reduzido de apenas 18 meses. O plástico comum, como o conhecemos, pode levar até 500 anos para se decompor, dependendo de sua densidade.
OBS. O parecer do veto pode ser lido no site da Imprensa Oficial. Basta escolher o dia (27/07/07) e no navegador do DO clicar na opção “Executivo – caderno1”. Para paginar, use as setinhas. O texto está na página 8.
A obrigatoriedade está suspensa, mas o compromisso dos estabelecimentos com o meio ambiente não. O cidadão também faz sua parte levando de casa sua(s) sacola(s). Na Europa, paga-se pelas sacolas em supermercados e nos Estados Unidos escolhe-se a opção papel ou plástico e as grandes redes, como Publix, possuem usina de reciclagem, como o Pão de Açúcar, no Brasil.
Enquanto isso, no Paraná, a lei está em vigor desde 16 março deste ano. O processo foi impulsionado pela Fundação Verde (Funverde) no município de Maringá, naquele estado, como mostra o vídeo exibido no telejornal local da Globo (no site Folha Verde)
Conforme informações técnicas do Senai do Rio Grande do Sul, para a produção das sacolas oxibiodegradáveis é utilizado o aditivo d2w®, que atua fragilizando as ligações entre átomos e moléculas. Com isso, o produto torna-se sensível à luz solar, umidade, temperatura, e digerível por microorganismos presentes no meio ambiente. Inicia-se, então, o processo de degradação natural, em tempo reduzido de apenas 18 meses. O plástico comum, como o conhecemos, pode levar até 500 anos para se decompor, dependendo de sua densidade.
OBS. O parecer do veto pode ser lido no site da Imprensa Oficial. Basta escolher o dia (27/07/07) e no navegador do DO clicar na opção “Executivo – caderno1”. Para paginar, use as setinhas. O texto está na página 8.
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